segunda-feira, 13 de maio de 2013

Exiguidade, que faz sofrer.


Exiguidade, que faz sofrer,
Ficando hebetado ao pensar
Quando acabará,
Coração triste o meu,
Por ao teu lado não estar,
Palavras de pouco significado, escrevo,
Tentando mudar-lhes o sentido,
Fazendo-me ser snobe
Como nunca fui,
Sombras da minha alma
São o espelho da tua ausência,
Quero o brilho dos teus olhos,
O teu doce beijo com sabor a mel.

sábado, 11 de maio de 2013

Tristes noites.


Tristes noites,
Ausente a luz da Lua está
Não iluminando assim, o caminho
De quem o percorre esperançoso,
Pobre alma, mentindo,
Dizendo que não é dor,
A dor que deveras sente,
Cansaço perante a vida
Como se conhece,
E, vendo as ilustradas paisagens
De belíssima Lezíria,
Imaginando uma magnífica Rosácea,
Contrastando com a sensação
Da inequívoca inexistência do Divino,
Mistérios por terras de ninguém
Na Memória dos Homens,
Confrontos Titânicos
Nas profundezas infernais,
Sabendo o Segredo,
Soluçando entre Lágrimas Cristalinas,
Blasfémias, narrativas, sufixos
Num conjunto atómico,
Cosmologias existentes,
Opróbrios cotiados, portadores de patologias persistentes.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Cura-me.


Cura-me,
Destas minhas feridas abertas
Que não saram,
Sangram incessantemente
Mas só aos meus olhos,
Olhos, de alma gelada
Pelo facto de viver,
Sentimento que possa existir em mim
Ouso pensar, é óptimo viver,
Vou ao Olimpo
Pedir que, tu aqui e, agora, 
Fiques comigo,
Cura-me.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Sol de suave Luz.


Sol de suave Luz
Reflectindo nas folhas,
Nas casas, na terra da qual um dia
Farei parte, seremos um, por um ser
O todo e, o todo ser um,
No longínquo horizonte o Céu límpido
De azul celestial,
Onde passeio nas linhas do arco-íris,
Percebendo a verdadeira essência
Da complexidade do mundo, que me rodeia
Em simplicidades de vivências,
Uma voz dentro de mim,
Dizendo-me inconfidências
Abstractas milagrosas,
Ciclos sem fim,
Pelo menos na nossa condição
E, nocção de Espaço-Tempo,
Esperando pela escuridão
Da profunda noite,
Esperançado numa belíssima
Chegada das estrelas cadentes,
Nascendo-se do Amor que há entre Deus e o Diabo,
Existindo em mim, sensações
Indiscritíveis, de fábulas letárgicas. 

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Linhas escritas, cheias de lídimas narrativas sofistas.


Linhas escritas, cheias de lídimas narrativas sofistas, no fundo, aguarelas de palavras, quando vivemos num darwinismo camuflado por essas mesmas narrativas sofistas, para lembrar ser consciente que não eu, que, acordou para um outro novo dia. Sendo a Escrita um enigma, um milagre como a vida em nós, escrevo para quem me lê, numa tentativa de lhe transmitir algo, a Escrita ou a Arte em geral é, uma transmissão de sentimentos, sensações, inúmeros adjectivos podendo utilizar, mesmo lendo apenas uma só pessoa e, gostar, já fez sentido ter Escrito, se quem leu teve sentimentos, sensações, é, a essência, simplicidade, tudo aquilo que temos em comum com todos os outros mesmo não os conhecendo. Uma pessoa em qualquer parte desta bela metafisica, em que, nos inserimos, ler um determinado texto, outrora lido por nós, terá os mesmos sentimentos, sensações, tendo-se tudo isso em comum com todos os outros que, leram o texto, simplesmente por tudo isso ser comum. Perguntamos ao pseudo monárquico, quem é o Rei, responderá identificando especificamente alguém, mas, o verdadeiro Rei, somos todos nós, pois, todos temos em comum enquanto humanidade o mesmo.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Lídimos sinónimos do teu Idioma.


Lídimos sinónimos do teu Idioma,
Vivendo num darwinismo camuflado
Por narrativas sofistas,
Querendo fazer parte do teu sonho,
Deixando de vez o pesadelo
Em que vivo, nesta amostra de sociedade,
Instancia em finito do infinito,
Estudando filosofias iluministas,
Adjectivos escaganifobéticos
De forma irrefletida,
Perguntando a mim próprio,
Qual a razão de me embriagarem
Ao me sussurrarem o teu nome.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Os meus olhos veem o infinito.


Os meus olhos veem o infinito
Do teu simples olhar,
Que brilha intensamente
Na escuridão da minha alma,
Vida, pequena palavra,
O que és em mim,
Ficando invariavelmente hebetado
Num estado letárgico,
Não havendo o aparente milagre
Da vida em mim,
Ouvindo o eco dos teus passos,
Que me dizem utopias em aguarelas de palavras
Concebidas, pela existência de Deus no teu Olhar.

domingo, 31 de março de 2013

Escritos perdidos na memória.


Escritos perdidos na memória
De quem para ti escreve,
Lendo utopias na luz
Do teu olhar,
Que me deixa embriagado,
Perguntando-me, que queres de mim
Quando fechas por dentro o tempo,
Paradoxos, versos mil
De narrativas sofistas,
Hoje preciso de um sim,
Fazes muito mais que o Sol,
Sensações em mim despertam
Ouvindo a tua voz no silêncio.

terça-feira, 26 de março de 2013

Silêncio que Soletra os teus passos.


Estudo, reflito sobre o Fluxo de Consciência de James Joyce, leio Platão ou Kant, desejo utopias imaginárias num mundo que definitivamente não será meu. Não conseguindo nestas palavras deixar de demonstrar o desespero existencial de quem te procura na mais ínfima ânsia do meu ser, percorrendo assim as veredas dos meus pensamentos, estando por isso em pânico no silêncio que Soletra os teus passos.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Palavras não descritivas.


Frágeis são estas palavras não descritivas daquilo que ultrajantemente deveras se sente, ilusões do consciente, reflectidas inconscientemente na escrita não compreendida por quem lhe dá vida, existências inexistentes nas veredas corrompidas da esperança por não saber onde se andou ou sonhou, sonhos cheios de utopias inconcebíveis pela fugacidade de tempo limitada, nas linhas pseudo-Intelectuais da esfera universal observada por tão visível escuridão nos olhos de quem não quer ver, igualmente ouvindo do silêncio a existência da não existência de mundos imaginários por identidades acreditadas por ilustrados, amantes de Física Quântica, inexistindo falsas Quimeras em suas Doutrinas Filosófico-Morais de inquestionável veracidade, opróbrios cotiados falando o que não dizem nas entrelinhas por receio patológico persistente, pensando serem apenas os portadores do dom da clarividência, os restantes não passando de abençoadas moléstias, filhos de Deus e do Diabo pertencentes a um determinado conjunto de átomos, caminhando nas veredas corrompidas outorgadas por ilustrados que são todos os outros menos eu, pois, não passo de um simples filisteu ousando escrever uma escrita não compreendida por quem lhe dá vida.

sexta-feira, 15 de março de 2013

O Enigma da Escrita.


Sendo a nossa escrita um enigma, no fundo um milagre, como a vida em nós. Quando leio simples linhas escritas pelos que mais admiro, apetece-me perguntar-lhes, se escrever assim se aprende, pois, sei como escrevem, só não sei escrever como escrevem.

terça-feira, 12 de março de 2013

Nação Laureada por Homens e Mulheres.


Nação Laureada por Homens e Mulheres Voando
Nas demências, de quem nasceu do Amor que há entre Deus e o Diabo,
Grandiosidade como nenhuns outros e, na nossa memória ir guardando,

Escrevo nas entrelinhas, um adjectivo que verdadeiramente não acabo,
Eu te pertenço, Povo, Meu Nobre e, Amado Povo,
Porque, todos nós somos filhos de Deus e do Diabo,

Procura incessante de pertença transcendental de um Povo,
Orando o destemido, prevalecendo
Assim, a cada instante no horizonte um desafio novo,

Filisteu sou, De Vós Meu Nobre e, Amado Povo, apenas entendo
A luz que para Vós me chama, nada acabará
E, fiquem vossas excelências sabendo,

Ontem, hoje ou Amanhã, por cada português que cair, um outro se levantará.

terça-feira, 5 de março de 2013

Adormeço na esperança Utópica.


Adormeço na esperança
Utópica de te encontrar,
Aguarelas de palavras,
Feitas pelo meu, eu inconsciente,
Numa escrita vulgar refletindo
O meu sentimento no teu olhar,
Sabendo que tudo pode acontecer,
Queria ser alguém melhor,
Jurando escrever eternamente
Só por um sorriso teu,
Finitos são estes versos,
Acordando, pensando em paradoxos e,
Ouvindo o eco do teu silêncio fiz este poema.