quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Ausência em mim.

Ausência em mim
Do teu ser,
Longa a escuridão
Sem a luz do teu olhar,
Iluminando a fugacidade
De tempo limitado,
Pela existência do meu ser,
Pela solidão, esperanças
Rejuvenescidas, eternamente
Para ti escrevendo.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Utopias minhas.

Utopias minhas,
Inconcebíveis para alguém
Não ilustrado como eu,
Que, me fazem sonhar,
Deslumbrado estou
Com a tua existência,
Fazendo de mim humano,
Tens a essência que, raramente tenho
Mas, que procuro a cada sopro de vida em mim,
Sabendo que, fico mais perto do finito por humano me tornares.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Noite quente.

Noite quente,
Pressentindo a brisa,
Ouvindo o silêncio do luar,
Lembrando-me a melodia
Da tua voz,
Por as tuas lidimas palavras
De pura magia,
Desejando infinitamente
Que, o teu doce beijo com sabor a mel,
Me deixe embriagado.

sábado, 3 de agosto de 2013

Encontro-te.

Encontro-te,
Na utopia do luar,
Iluminando-me
Nas veredas corrompidas
Existentes na tua ausência,
Quero ouvir infinitamente,
O eco dos teus passos
Por mim chamarem,
A magia das tuas palavras
Estão para mim como a luz do luar,
Está para a minha alma,
Sonhando com a porta Celestial
Do teu olhar, perguntei ao Sol,
Pela sua irmã mais nova,
Disse-me não saber para ir perguntar à Lua,
Que, me disse que, és omnipresente.

domingo, 21 de julho de 2013

Distantes.

Distantes,
Os meus olhos dos teus,
Pressentindo
O teu perfume,
Desejando um beijo
Teu de puro mel,
Ensimesmado,
Estou com a possibilidade
De no teu lidimo
Mundo entrar.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Parabéns.

Parabéns,
Desejos mil para com alguém,
Traçados nestas singelas
Linhas por mim escritas,
Existências inexplicáveis,
Tentativas, demonstradas
Em palavras sofistas,
Por parte do seu dizedor,
Escrevendo assim,
O que não se quer escrever,
Por apenas se escrever
O que quer ser escrito,
Parabéns.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Vindo e, indo.

Vindo e, indo
Pelas veredas do universo,
Física quântica existente
Quando te observo em meu redor,
Eu, pobre alma descrevendo-te
Nas angústias vividas,
Vencidas de fugacidade tempo
Limitada na sua plenitude,
Escrevendo, o que não se quer
Escrever, por apenas se escrever,
O que quer ser escrito,
Réstias de linhas num simples verso
De contemplação metafísica. 

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Metafisicas de Cosmologias.

Metafisicas de Cosmologias
Observadas pelo meu finito,
Lutas desconhecidas,
Pela imensidão de átomos existentes
Por padrões evolutivos,
Insignificâncias escritas,
Aos olhos de quem mais sabe que, não
Eu, ser desilustrado
Ousando parecer ilustrado,
Tempo finito no infinito,
Procurando em vivências,
Incessantemente, um significado
Para a minha existência.

sábado, 8 de junho de 2013

Estudo, pela abstração do cansaço vivido na alegoria.

Estudo, pela abstração do cansaço vivido na alegoria que, nos rodeia, como se tudo fosse exactamente, o que parece parecer aos olhos de quem não quer ver, parecendo parecer como parece parecer exactamente como parece parecer aos olhos de quem quer ver, havendo uma elevada probabilidade pelo simples facto de nascermos depois, de outros já terem pensado o que hoje ousamos pensar, passando os dias inteiros a pensar como hoje ousamos pensar o que outros já tinham pensado, pelo simples facto de nascermos depois, vivendo nas lídimas fabulas contadas pelos Ilustrados que, sabem usar narrativas sofistas, remetendo-me assim, de contra vontade, à minha nefasta condição de Filisteu, escrevendo apenas para tentar com que, todos os dias a minha escrita possa evoluir um pouco, por mais insignificante que, pareça aos meus olhos, escrever de forma simples, mas, cuidada, para que, todos possam perceber a mensagem que, tento transmitir, escrevendo como se cada palavra que, escrevera, fosse a última da minha vida, nesse mesmo contexto, um dia num futuro um pouco longínquo, ser reconhecido por essa mesma escrita simples, mas, cuidada, de forma a ter uma luta constante com as palavras, puras utopias levadas ao seu extremo, simplesmente por não passaram de puras utopias, chegando à dolorosa conclusão, de que, não temos intervenção directa na alegoria que, nos rodeia, percebendo por exemplo que, a nossa ilusão transformada em impotência, castidade ou conformismo, nos impede de escolher em quem votamos, sendo-nos impostos, não se conseguindo chegar lá, sendo nós próprios, restando-nos os contrates no olhar que, pela sua existência o infinito nos olhos de todos nós, dizendo por si só todas as coisas do mundo, acordo de manha, acendendo o cigarro, momentos sensitivos, sentindo-me Hermético, somos a experiencia de todas os dias, vivências, por Ti, por Mim, por Nós, pela Nossa Existência, por enquanto houver Vida em Nós assim Será, um dia, reencontrando tudo isto no silêncio do finito, Liberdade, Ontem, Hoje e, SEMPRE. 

terça-feira, 21 de maio de 2013

Esta noite.


Esta noite,
Quero olhar nos teus olhos
Para me dizerem quem sou,
Lidima luz esta da lua cheia
Que, me ilumina o caminho
Divino do teu mundo,
Sendo o que sinto de forma hermética,
Versos sofistas escrevo,
Com inúmeros sufixos
Na face das instâncias do infinito,
Somos um, em ínfimas
Partilhas entre nós,
Esta noite.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Amar-te ontem, hoje e, amanha.


Amar-te ontem, hoje e, amanha,
O teu cabelo macio, enrolando-o no dedo,
Olhar meigo chamando a minha atenção.
A melodia da tua voz, faz vibrar o meu silêncio,
A simplicidade do teu sorriso
Lembrando-me quem sou,
A tua pele branca suave como cetim,
Os teus lábios macios, quentes, doces como puro mel,
És simplesmente vida,
Amar-te, por existires.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Exiguidade, que faz sofrer.


Exiguidade, que faz sofrer,
Ficando hebetado ao pensar
Quando acabará,
Coração triste o meu,
Por ao teu lado não estar,
Palavras de pouco significado, escrevo,
Tentando mudar-lhes o sentido,
Fazendo-me ser snobe
Como nunca fui,
Sombras da minha alma
São o espelho da tua ausência,
Quero o brilho dos teus olhos,
O teu doce beijo com sabor a mel.

sábado, 11 de maio de 2013

Tristes noites.


Tristes noites,
Ausente a luz da Lua está
Não iluminando assim, o caminho
De quem o percorre esperançoso,
Pobre alma, mentindo,
Dizendo que não é dor,
A dor que deveras sente,
Cansaço perante a vida
Como se conhece,
E, vendo as ilustradas paisagens
De belíssima Lezíria,
Imaginando uma magnífica Rosácea,
Contrastando com a sensação
Da inequívoca inexistência do Divino,
Mistérios por terras de ninguém
Na Memória dos Homens,
Confrontos Titânicos
Nas profundezas infernais,
Sabendo o Segredo,
Soluçando entre Lágrimas Cristalinas,
Blasfémias, narrativas, sufixos
Num conjunto atómico,
Cosmologias existentes,
Opróbrios cotiados, portadores de patologias persistentes.