domingo, 27 de abril de 2014

Os Poetas não morrem.

Hoje, sinto pobreza nas palavras por mim proferidas. Um Mestre da palavra Eterna seja Escrita ou Dita, que nos alerta cada sentido mesmo que adormecido esteja aos nossos nefastos olhos, no fundo, tudo o que nos transmite pela sua palavra única. Quero apenas agradecer cada linha que me ensina todos os dias a saber as minhas utopias. Descansa em Paz, Ontem, hoje, Amanhã e Sempre Vasco Graça Moura.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Fazes-me bem.

Livre, sou ao sentir
Cada emoção, suspirada
Nestas palavras
Pedindo-te vida em mim,
Quero ver-te ao amanhecer,
Entardecer e anoitecer,
Porque simplesmente
Fazes-me bem,
Fazes muito mais que o Sol,
Livre sou quando digo Amo-te.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Esdrúxulo sonho.

Um esdrúxulo sonho
De lamentos perdidos,
Para ir calando
A minha boca morta,
Longo vai o tempo
Onde nada apetece,
Já fugi tantas vezes
Que não sei se vou Voltar,
Traz-me de volta
A Avenida, que está só
Olhando a lua,
E, eu apenas quero
Para ti escrever,
Hoje preciso de um beijo,
Preciso de um sim.

terça-feira, 25 de março de 2014

Aventuras intermináveis.

Brotar de palavras, na escrita
Redimensionada na forma
Universal de amizade,
Nos versos embalados
Ovacionados pela luz da escuridão,

Meras constatações
Imperceptíveis,
Geradas nas entrelinhas
Usadas apenas, para
Escrever o que quer ser
Lido,

Aventuras intermináveis,
Blasfémias
Reais impossivelmente reais,
Em mim que importa se estamos
Unidos na irmandade sem Pátria,

Numeradas as folhas
Estão dos momentos vividos,
Verdade irrefutável porque,
Esta noite é o amanhã de um qualquer
Sempre. 

sexta-feira, 7 de março de 2014

Entre estes escritos Cosmológicos de Saudade.

Deixo meras palavras,
Entre estes escritos
Cosmológicos de Saudade,
Ando como quem
Pelo fracasso espera,
Nos versos
Do que eu faço,
Sem volta na memória,
O sabor que tem
O eco dos teus passos,
Peço-te, a dulcíssima magia
Das veredas do Luar no teu olhar,
E, nesta noite que de manso
Se avizinha, apenas digo Amo-te.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Saudade. (Com um desenho do André Duarte Baptista)

Saudade, o que será, não sei,
Através da insultuosa ausência do dicionário
Das parábolas ditas pelos teus lábios,
Procuro sabê-lo, sem efeito
Por do silencio fazer parte o meu ser,
E, se um dia fosses o meu olhar,
Verias tudo aquilo que não te posso
Dizer através da palavra,
Seja ela dita ou escrita
Quando tudo para ti me leva,
Solstícios de inverno estou,
Mas agora,
Escrevo estas linhas,
Apenas para dizer
Amo-te.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Hoje sei, que intemporalmente Nasci para te abraçar. (Para os GRANDES não existe clubismo, para ti Eusébio)

Hoje sei, que intemporalmente
Nasci para te abraçar,
Entre veredas de sonhos
Demasiado sofistas,
Por onde caminho, cheias
De nebulosas utopias.
As forças vou perdendo,
Nas lutas constantes
Por mim erradamente travadas,
Ontem, Hoje, Amanha e Sempre
São Palavras que com o vento vão,
Findando nos guetos,
Hoje sei, que intemporalmente
Nasci para te abraçar.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Versos sobre a dor da minha solidão.

Lendo os Versos sobre a dor da minha solidão
Por a luz do teu olhar, me os iluminar,
Persentindo-te nos detalhes
Da tua ciclópica existência,
Cotidiano de vivências ausentes,
Lacrimejando chuviscos,
Tentando entre eles caminhar,
Esperando oaristos
De Utopias concretizáveis,
Consciencializando-me
Da condição descrita,
Estando o maior valor da vida
Na simplicidade,
Desejando desejos mil,
Querendo-te pedir a cura para a dor da minha solidão.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Nelson Mandela

Hoje, acordamos de forma diferente neste singelo mundo cosmológico que é o nosso. Por nele mesmo não se encontrar fisicamente Nelson Mandela, citando-o “I have a dream”. E, eu tenho igualmente um sonho, o sonho da não existência de qualquer descriminação, seja qual for, porque se existirem não teremos qualquer moral no nosso singelo mundo cosmológico. Desejando assim, um dia poder ser um Arquicteto da Paz, como Nelson Mandela o foi Ontem, Hoje, Amanha e sempre Nelson Mandela.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Auroras Boreais e rosáceas.

Venho por este meio
Descrever sentimentos,
Através de meras palavras
Por mim escritas,
Digo-te hoje, o teu profundo olhar
Lembram-me Auroras Boreais,
E tu, dizes-me que os meus olhos lembram-te rosáceas,
Se tu dizes acredito,
Acredito,
Porque ao teu lado tudo é possível.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Sorri para mim, quero ver-te Apenas sorrir.

Olhos fixos no horizonte
Contemplando a tua ínfima beleza,
Pensando na Essência única
Que, faz sonhar quem te observa,
Ouço a tua voz no silêncio
A chamar o meu Nome,
E, eu querendo responder,
Mas, não consigo,
Por não querer que vejas
A minha fragilidade,
Lágrimas de Saudade,
Sorri para mim, quero ver-te
Apenas sorrir.

sábado, 16 de novembro de 2013

José Saramago.

Mestre por mim considerado,
Momentos sensitivos nas leituras
Solsticiais, apenas por quem lê,
Dentro de ti, de mim,
Na porosa palavra do silêncio
A mão ilumina a terra inacabada,
Porque sinto vida,
Nas palavras lidas
Do dia-a-dia,
José Saramago, José Saramago.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Os meus olhos dizem.

Leio, quando quero escrever e escrevo quando quero ler, chove na rua, a calçada tipicamente Portuguesa está molhada, sendo um entre milhões, quero sonhar contigo por entre os chuviscos que me molham, mas se isso te faz feliz, não me importo, pois, não há outra explicação para não estares aqui comigo. Espero eternamente por um sorriso teu que me diga obrigado por teres esperado por mim e eu, sonho contigo por entre os chuviscos que me molham e se não houver amanhã, Peço-te, guarda estas palavras de ousada escrita por o meu olhar não estar para dizer, AMO-TE.