Vivendo, Portugal, tempos turbulentos, económica, e,
socialmente, que, todos nós assistimos, diariamente, não valendo, arranjar
desculpas ou falsos argumentos, para explicar, aquilo, que, se esconde, nas
sombras, sombras essas, que, não vemos, mas, sabemos da sua inequívoca
existência, presente, na assustadora incompetência, de todos os nossos
governantes, que, nos governam, desde, Mil Cento, E, Quarenta, E, Três, sendo,
por isso mesmo, o mais antigo, Estado-Nação da Europa, gastando-se, ao longo
dos Séculos, todo o Ouro, e, Especiarias, proveniente, de fontes, supostamente,
inesgotáveis, em Palácios, carruagens ou simplesmente festas, de falidas
Cortes. Tudo isto, num país moderno, evoluído, como, o nosso, hoje, mudam-se,
as letras, de numeração Romana, usada por seres ilustrados, que, não, eu, para
designação, dos respectivos Séculos, depois, do suposto, nascimento, do filho
de Deus, não ficando, apenas, por ai, as mudanças, hoje, em vez de Ouro, e,
Especiarias, gastam-se milhares de Euros, proveniente, de fontes, não
inesgotáveis, em auto-estradas, carros ou simplesmente festas, de falidas
Cortes, claro, onde, o cooperativismo, reina, nas mais altas instâncias, do
Estado, e, eu, não passando, de um simplório cidadão, cheio de sonhos, utopias,
para o meu pais, ouso, ir vivendo, com este maravilhoso Mar Português, no
horizonte, que, meus nefastos olhos, me proporcionam, numa lidima esperança, de
mudança.
sábado, 13 de outubro de 2012
domingo, 30 de setembro de 2012
Dedicações, textuais, benevolentes, pela tua existência. (Dedicado à minha prima, Joana Neves)
Dedicações, textuais, nestas criteriosas linhas, por
simplesmente, querer, declarar, benevolência, pela tua existência, e, mesmo
estudando, mil, e, uma, filosofias, a tua verdadeira essência, continua, uma
incógnita, para mim, criando afinidades, explicáveis, apenas por emoções,
sentidas, numa lidima, irracionalidade ultrajante, tornando-a impossível, de
descrição, em circunstância alguma, e, assim, vindo ao pensamento, memórias
momentâneas, partilhadas contigo, neste, jardim de vocábulos, escrito, para ti.
Indo, voltar ao estudo, das minhas incompreendidas, e, singelas, filosofias.
domingo, 2 de setembro de 2012
As terras, de ninguém.
As terras, de ninguém, descobertas, pelo meu ser,
consciente, de viajante, confundido, no tempo infinito, de toda esta
metafísica, que, me rodeia. Sonhos, adormecidos, de um
viajante, inconsciente, que, sonha fazê-lo, por terras, ausentes, num mundo, de
inúmeras veredas desconhecidas, avistadas, apenas pelo meu ser. Sendo, eu, e,
gostando, de ser, um viajante, das veredas, da alma humana, igualmente, gostando,
das veredas, dissimuladas, existentes, por todo este aglomerado, de diferentes
culturas, das quais, quero fazer parte, não do imaginário, mas, sim, da sua
própria essência, no fundo, viver momentos, entender, as Histórias ou Culturas,
simplesmente, as vivências dos costumes, indo vivê-las, sentir, o que, os seus
nativos, sentem, numa intensa, activação, de todos os meus sentidos, para
poder, desfrutar, não só, da aproximação com outras, almas humanas, de
diferentes vivências, do seu dia-a-dia. Limitando-me, por circunstâncias
alheias, e, conformadas, ser um viajante, destas, terras, de ninguém, que, as
minhas, viagens interiores, me proporcionam, neste, ciclo sem fim, mesmo,
sabendo, que, nunca se encontra, o que, se procura, mas, sim, o que,
efectivamente, se encontra.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Pseudo-Intelectualismo
Não, sendo, nenhum pseudo-intelectual, logo, não tendo,
quaisquer credibilidades, para dar opinião, seja, sobre, o que for,
limitando-me, assim, a redigir, esta minha escrita simplória, dizendo aquilo,
que, realmente sou. E, deixando, desta forma, as grandes reflexões, para os pseudo-intelectuais,
seres ilustrados, no fundo, sendo, todos os outros, menos, eu, não afirmando, assim,
aquilo, que, não sou, muito menos, algum dia serei. Restando, referir, admirar,
o filisteu, que, sou.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Existência de Deus
Estas linhas, que, ouso escrever, não passam de
tentativas, num, desespero indecoroso, de descrever, o sabor, do eco dos teus
passos, a melodia da tua voz, o toque, suave da tua pele branca, como cetim, o
teu beijo, doce, como, puro mel, os teus olhos Verdes, que, me dão a sensação
da inequívoca existência de Deus, por através deles, ver o Jardim do Éden.
terça-feira, 24 de abril de 2012
Sensações sensitivas!
Hoje, particularmente, nesta noite amena, escrevo,
estas curtas linhas numa tentativa de transmitir em palavras, sensações
sensitivas, quando o teu maravilhoso sorriso, o brilho do teu olhar, observo, ensimesmado
fico, desejando a eternidade, nesta fugacidade de tempo, da qual não tenho
controlo algum! Um dia serei pó, cinza e nada,
que seja, esta a noite,
para dizer, AMO-TE, nesta ânsia de com o teu beijo, me embriagar…
segunda-feira, 5 de março de 2012
Vulnerabilidade!
Esta minha vulnerabilidade, para com as emoções! Vulnerabilidade essa, que obstrui a verdadeira essência do meu ser, não o deixando viver em harmonia para com todo este abstraccionismo, por mim desconhecido, não havendo nenhum outro culpado, a não ser o meu próprio “Eu”, num mundo de intenso butim.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Quociente Intelectual medíocre!
Eu, ser existente, de Quociente Intelectual medíocre, pois a consciência dói mais que qualquer doença. Sei da minha inequívoca condição de Filisteu, e tu, ser, "bastante" ilustrado, suficientemente, para me captar a atenção… Neste lugar que nos define, metamorfose de dor da existência consciente, da minha sobrevivência, pela existência do teu ser, que alimenta o meu Quociente Intelectual medíocre e alivia a inequívoca condição de Filisteu em que só me resta a resignação, admitindo assim, o que verdadeiramente, Sou! E assim, continuarei na mais profunda angústia, por não te alcançar nestas veredas desconhecidas, sabendo apenas que este estirão me afasta de ti, saturado de saber a fugacidade de tempo limitada, pelo meu ser, existente, sendo um simples espirro na eternidade! Nas páginas sombrias, deste meu Diário dos Sonhos, preenchidas por palavras, de quem, Ama o leito de teu ilustre ser, finito eu estou, sem o teu inconfundível e maravilhoso sorriso, nada mais consigo dizer, nestes escritos sobre um amor, onde as emoções se elevam acima da razão. Em que se estando perante a pessoa amada, o tempo pára, nada mais existe, a não ser ela mesma, que nos cura, por breves momentos as dolorosas feridas abertas por esse mesmo tempo agora suspenso, no meu subconsciente. Não sei o que mais dizer, para te pedir mais uma vez um sorriso teu, para mim, alimentando assim a esperança de o teu amor um dia ter! Tudo isto, nem vale a Utilidade da Lógica, não provando nada ter de Prático, vivendo tempos em que a Prática tem valor Acrescentado, vou voltar à Filosofia e Estudar Metafísica, Até Não Saber Nada, Como Eu, Não Sei! No fundo, Sou um Filisteu! Por isso mesmo, não poderei ter Opinião sobre assunto algum, deixo isso para os Ilustrados, que são Todos Os Outros, Menos Eu!
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Estranha doença, num dia ameno de Agosto!
Acordo, neste dia ameno de Agosto, na singela esperança de alcançar paz e sossego. Mas não, surpreendo-me com uma estranha doença, afectando todos, menos, a minha pessoa! De sintomas visíveis, igualmente estranhos, nuns casos um estado de euforia tal, parecendo não haver importantes preocupações quotidianas ou mesmo mundiais, outros num estado que de graça nada tem, como se o mundo lhes devesse algo e não é sério no pagamento, logo eu assistindo a tudo isto, eu, que nada devo a não ser a mim mesmo, a minha própria existência! De que me serve a dedicação ao estudo, de grandes questões, que no meu ver, são de extrema importância para a humanidade, quando nem chegar a uma conclusão sobre coisa nenhuma, consigo, pergunto, de que me serve? Será da “LUZ”, deste dia ameno de Agosto? Doenças de estranha formação, que me causa náuseas, provocando em mim, sentimentos misantropos!
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Fragilidade e insignificância!
Tudo, o que é natural, genuíno, acalma-me, fico estupefacto na contemplação, transmite-me luz e simplicidade, lembrando-me assim da minha própria fragilidade e insignificância!
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Fugacidade de tempo!
Passados todos estes anos, pressinto hoje, que, estou farto, saturado, da vida, na forma como a conheço. Ontem, hoje, amanhã, esta vida que não deveria ter existido, existe! Infâncias, adolescências, perdidas num inspirar e expirar de inconfundível certeza existente, sonhos ultrapassados pelo tempo da vida. Lugares estes, cheios de caminhos, desconhecidos para mim, não os querendo de todo, conhecer! Páginas sombrias, deste meu Diário dos Sonhos, preenchidas por palavras, de quem, incessantemente deseja um hedonismo puro, sem minimamente o conseguir, nesta fugacidade de tempo limitada, pelo meu ser, existente! Restando me assim, a resignação, perante tão bela metafísica, esperando, que este espirro na eternidade, que é esta minha vida, me deixe ir, para o nada, o sítio onde estava, antes de nascer.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Naufrágios gigantescos duma vida!
Naufrágios gigantescos duma vida!
Usados de forma a terem uma constante
Negação, num mundo
Oasiano!
Falsas vivências de
Infinitas noites num atroz
Luar!
Insipiência,
Pelos caminhos pervertidos desta
Estrada néscia!
Cada dia, que passa, está, mais próximo de acontecer, situações
Outrora,
Reais, impossivelmente reais!
Revestidas de ódio, densamente
Esmiuçado, cheio de
Inocuidades deslumbrantes!
Andar sempre a frente, com um fósforo, de preferência a chover,
Verdades, ilusórias de
Inconcebíveis mentiras!
Cansados, estão
Estes meus versos!
Náuseas de tão nefastos olhos,
Terror desta noite sem
Estrelas!
Usados de forma a terem uma constante
Negação, num mundo
Oasiano!
Falsas vivências de
Infinitas noites num atroz
Luar!
Insipiência,
Pelos caminhos pervertidos desta
Estrada néscia!
Cada dia, que passa, está, mais próximo de acontecer, situações
Outrora,
Reais, impossivelmente reais!
Revestidas de ódio, densamente
Esmiuçado, cheio de
Inocuidades deslumbrantes!
Andar sempre a frente, com um fósforo, de preferência a chover,
Verdades, ilusórias de
Inconcebíveis mentiras!
Cansados, estão
Estes meus versos!
Náuseas de tão nefastos olhos,
Terror desta noite sem
Estrelas!
quarta-feira, 30 de março de 2011
Através da janela do meu quarto!
Através da janela do meu quarto, vejo o mundo que não vejo. Ao observar o seu exterior, tenho inúmeras sensações sensitivas, que me levam a questionar a própria imagem captada por estes meus nefastos olhos. Metafísica, que me faz pensar numa lídima visão inexistente, num paradoxo atroz de beleza, concentrada num único e comum ponto, onde o olho humano jamais alcançará em toda esta metafísica. As pessoas passam, pela rua, umas de certo modo apressadas, outras um pouco mais calmas, de vez em quando cumprimentando, dizendo, adeus, Nuno. Cada uma, diferente da outra, todas passam, comigo a observar, cada fala, gesto, vida de seus quotidianos. Pensando que um dia tudo desaparecera, primeiro eu, de seguida as pessoas que outrora observava, depois a janela e a rua onde tudo se passava e por fim toda esta deslumbrante e incompreensível metafísica. Realidades bonitas de se dizerem nestas linhas que escrevo, como se fossem as últimas palavras que escrevo na minha modesta vida.
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