segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Hoje, chorei.


Hoje, chorei,
Na ânsia, de te ver,
Mas, nem te ouvir consegui, que, irei,
Fazer, para estes meus fantasmas, não os rever?

Vou pedir aos Deuses, que, fiques aqui comigo,
Apenas, no meu mundo utópico em paisagens, de vocábulos libidos,
Para, que, a magia das tuas palavras, estejam para mim,
Como, a luz do luar, está para a minha alma.

sábado, 13 de outubro de 2012

Portugal.


Vivendo, Portugal, tempos turbulentos, económica, e, socialmente, que, todos nós assistimos, diariamente, não valendo, arranjar desculpas ou falsos argumentos, para explicar, aquilo, que, se esconde, nas sombras, sombras essas, que, não vemos, mas, sabemos da sua inequívoca existência, presente, na assustadora incompetência, de todos os nossos governantes, que, nos governam, desde, Mil Cento, E, Quarenta, E, Três, sendo, por isso mesmo, o mais antigo, Estado-Nação da Europa, gastando-se, ao longo dos Séculos, todo o Ouro, e, Especiarias, proveniente, de fontes, supostamente, inesgotáveis, em Palácios, carruagens ou simplesmente festas, de falidas Cortes. Tudo isto, num país moderno, evoluído, como, o nosso, hoje, mudam-se, as letras, de numeração Romana, usada por seres ilustrados, que, não, eu, para designação, dos respectivos Séculos, depois, do suposto, nascimento, do filho de Deus, não ficando, apenas, por ai, as mudanças, hoje, em vez de Ouro, e, Especiarias, gastam-se milhares de Euros, proveniente, de fontes, não inesgotáveis, em auto-estradas, carros ou simplesmente festas, de falidas Cortes, claro, onde, o cooperativismo, reina, nas mais altas instâncias, do Estado, e, eu, não passando, de um simplório cidadão, cheio de sonhos, utopias, para o meu pais, ouso, ir vivendo, com este maravilhoso Mar Português, no horizonte, que, meus nefastos olhos, me proporcionam, numa lidima esperança, de mudança.

domingo, 30 de setembro de 2012

Dedicações, textuais, benevolentes, pela tua existência. (Dedicado à minha prima, Joana Neves)


Dedicações, textuais, nestas criteriosas linhas, por simplesmente, querer, declarar, benevolência, pela tua existência, e, mesmo estudando, mil, e, uma, filosofias, a tua verdadeira essência, continua, uma incógnita, para mim, criando afinidades, explicáveis, apenas por emoções, sentidas, numa lidima, irracionalidade ultrajante, tornando-a impossível, de descrição, em circunstância alguma, e, assim, vindo ao pensamento, memórias momentâneas, partilhadas contigo, neste, jardim de vocábulos, escrito, para ti. Indo, voltar ao estudo, das minhas incompreendidas, e, singelas, filosofias.

domingo, 2 de setembro de 2012

As terras, de ninguém.


As terras, de ninguém, descobertas, pelo meu ser, consciente, de viajante, confundido, no tempo infinito, de toda esta metafísica, que, me rodeia. Sonhos, adormecidos, de um viajante, inconsciente, que, sonha fazê-lo, por terras, ausentes, num mundo, de inúmeras veredas desconhecidas, avistadas, apenas pelo meu ser. Sendo, eu, e, gostando, de ser, um viajante, das veredas, da alma humana, igualmente, gostando, das veredas, dissimuladas, existentes, por todo este aglomerado, de diferentes culturas, das quais, quero fazer parte, não do imaginário, mas, sim, da sua própria essência, no fundo, viver momentos, entender, as Histórias ou Culturas, simplesmente, as vivências dos costumes, indo vivê-las, sentir, o que, os seus nativos, sentem, numa intensa, activação, de todos os meus sentidos, para poder, desfrutar, não só, da aproximação com outras, almas humanas, de diferentes vivências, do seu dia-a-dia. Limitando-me, por circunstâncias alheias, e, conformadas, ser um viajante, destas, terras, de ninguém, que, as minhas, viagens interiores, me proporcionam, neste, ciclo sem fim, mesmo, sabendo, que, nunca se encontra, o que, se procura, mas, sim, o que, efectivamente, se encontra.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Pseudo-Intelectualismo


Não, sendo, nenhum pseudo-intelectual, logo, não tendo, quaisquer credibilidades, para dar opinião, seja, sobre, o que for, limitando-me, assim, a redigir, esta minha escrita simplória, dizendo aquilo, que, realmente sou. E, deixando, desta forma, as grandes reflexões, para os pseudo-intelectuais, seres ilustrados, no fundo, sendo, todos os outros, menos, eu, não afirmando, assim, aquilo, que, não sou, muito menos, algum dia serei. Restando, referir, admirar, o filisteu, que, sou.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Existência de Deus



Estas linhas, que, ouso escrever, não passam de tentativas, num, desespero indecoroso, de descrever, o sabor, do eco dos teus passos, a melodia da tua voz, o toque, suave da tua pele branca, como cetim, o teu beijo, doce, como, puro mel, os teus olhos Verdes, que, me dão a sensação da inequívoca existência de Deus, por através deles, ver o Jardim do Éden.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Sensações sensitivas!


Hoje, particularmente, nesta noite amena, escrevo, estas curtas linhas numa tentativa de transmitir em palavras, sensações sensitivas, quando o teu maravilhoso sorriso, o brilho do teu olhar, observo, ensimesmado fico, desejando a eternidade, nesta fugacidade de tempo, da qual não tenho controlo algum! Um dia serei pó, cinza e nada, que seja, esta a noite, para dizer, AMO-TE, nesta ânsia de com o teu beijo, me embriagar…

segunda-feira, 5 de março de 2012

Vulnerabilidade!


Esta minha vulnerabilidade, para com as emoções! Vulnerabilidade essa, que obstrui a verdadeira essência do meu ser, não o deixando viver em harmonia para com todo este abstraccionismo, por mim desconhecido, não havendo nenhum outro culpado, a não ser o meu próprio “Eu”, num mundo de intenso butim.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Quociente Intelectual medíocre!


Eu, ser existente, de Quociente Intelectual medíocre, pois a consciência dói mais que qualquer doença. Sei da minha inequívoca condição de Filisteu, e tu, ser, "bastante" ilustrado, suficientemente, para me captar a atenção… Neste lugar que nos define, metamorfose de dor da existência consciente, da minha sobrevivência, pela existência do teu ser, que alimenta o meu Quociente Intelectual medíocre e alivia a inequívoca condição de Filisteu em que só me resta a resignação, admitindo assim, o que verdadeiramente, Sou! E assim, continuarei na mais profunda angústia, por não te alcançar nestas veredas desconhecidas, sabendo apenas que este estirão me afasta de ti, saturado de saber a fugacidade de tempo limitada, pelo meu ser, existente, sendo um simples espirro na eternidade! Nas páginas sombrias, deste meu Diário dos Sonhos, preenchidas por palavras, de quem, Ama o leito de teu ilustre ser, finito eu estou, sem o teu inconfundível e maravilhoso sorriso, nada mais consigo dizer, nestes escritos sobre um amor, onde as emoções se elevam acima da razão. Em que se estando perante a pessoa amada, o tempo pára, nada mais existe, a não ser ela mesma, que nos cura, por breves momentos as dolorosas feridas abertas por esse mesmo tempo agora suspenso, no meu subconsciente. Não sei o que mais dizer, para te pedir mais uma vez um sorriso teu, para mim, alimentando assim a esperança de o teu amor um dia ter! Tudo isto, nem vale a Utilidade da Lógica, não provando nada ter de Prático, vivendo tempos em que a Prática tem valor Acrescentado, vou voltar à Filosofia e Estudar Metafísica, Até Não Saber Nada, Como Eu, Não Sei! No fundo, Sou um Filisteu! Por isso mesmo, não poderei ter Opinião sobre assunto algum, deixo isso para os Ilustrados, que são Todos Os Outros, Menos Eu! 

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Estranha doença, num dia ameno de Agosto!


Acordo, neste dia ameno de Agosto, na singela esperança de alcançar paz e sossego. Mas não, surpreendo-me com uma estranha doença, afectando todos, menos, a minha pessoa! De sintomas visíveis, igualmente estranhos, nuns casos um estado de euforia tal, parecendo não haver importantes preocupações quotidianas ou mesmo mundiais, outros num estado que de graça nada tem, como se o mundo lhes devesse algo e não é sério no pagamento, logo eu assistindo a tudo isto, eu, que nada devo a não ser a mim mesmo, a minha própria existência! De que me serve a dedicação ao estudo, de grandes questões, que no meu ver, são de extrema importância para a humanidade, quando nem chegar a uma conclusão sobre coisa nenhuma, consigo, pergunto, de que me serve? Será da “LUZ”, deste dia ameno de Agosto? Doenças de estranha formação, que me causa náuseas, provocando em mim, sentimentos misantropos! 

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Fragilidade e insignificância!


Tudo, o que é natural, genuíno, acalma-me, fico estupefacto na contemplação, transmite-me luz e simplicidade, lembrando-me assim da minha própria fragilidade e insignificância!

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Fugacidade de tempo!


Passados todos estes anos, pressinto hoje, que, estou farto, saturado, da vida, na forma como a conheço. Ontem, hoje, amanhã, esta vida que não deveria ter existido, existe! Infâncias, adolescências, perdidas num inspirar e expirar de inconfundível certeza existente, sonhos ultrapassados pelo tempo da vida. Lugares estes, cheios de caminhos, desconhecidos para mim, não os querendo de todo, conhecer! Páginas sombrias, deste meu Diário dos Sonhos, preenchidas por palavras, de quem, incessantemente deseja um hedonismo puro, sem minimamente o conseguir, nesta fugacidade de tempo limitada, pelo meu ser, existente! Restando me assim, a resignação, perante tão bela metafísica, esperando, que este espirro na eternidade, que é esta minha vida, me deixe ir, para o nada, o sítio onde estava, antes de nascer.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Naufrágios gigantescos duma vida!

Naufrágios gigantescos duma vida!
Usados de forma a terem uma constante
Negação, num mundo
Oasiano!

Falsas vivências de
Infinitas noites num atroz
Luar!
Insipiência,
Pelos caminhos pervertidos desta
Estrada néscia!

Cada dia, que passa, está, mais próximo de acontecer, situações
Outrora,
Reais, impossivelmente reais!
Revestidas de ódio, densamente
Esmiuçado, cheio de
Inocuidades deslumbrantes!
Andar sempre a frente, com um fósforo, de preferência a chover,

Verdades, ilusórias de
Inconcebíveis mentiras!
Cansados, estão
Estes meus versos!
Náuseas de tão nefastos olhos,
Terror desta noite sem
Estrelas!