Tudo, o que é natural, genuíno, acalma-me, fico estupefacto na contemplação, transmite-me luz e simplicidade, lembrando-me assim da minha própria fragilidade e insignificância!
terça-feira, 23 de agosto de 2011
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Fugacidade de tempo!
Passados todos estes anos, pressinto hoje, que, estou farto, saturado, da vida, na forma como a conheço. Ontem, hoje, amanhã, esta vida que não deveria ter existido, existe! Infâncias, adolescências, perdidas num inspirar e expirar de inconfundível certeza existente, sonhos ultrapassados pelo tempo da vida. Lugares estes, cheios de caminhos, desconhecidos para mim, não os querendo de todo, conhecer! Páginas sombrias, deste meu Diário dos Sonhos, preenchidas por palavras, de quem, incessantemente deseja um hedonismo puro, sem minimamente o conseguir, nesta fugacidade de tempo limitada, pelo meu ser, existente! Restando me assim, a resignação, perante tão bela metafísica, esperando, que este espirro na eternidade, que é esta minha vida, me deixe ir, para o nada, o sítio onde estava, antes de nascer.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Naufrágios gigantescos duma vida!
Naufrágios gigantescos duma vida!
Usados de forma a terem uma constante
Negação, num mundo
Oasiano!
Falsas vivências de
Infinitas noites num atroz
Luar!
Insipiência,
Pelos caminhos pervertidos desta
Estrada néscia!
Cada dia, que passa, está, mais próximo de acontecer, situações
Outrora,
Reais, impossivelmente reais!
Revestidas de ódio, densamente
Esmiuçado, cheio de
Inocuidades deslumbrantes!
Andar sempre a frente, com um fósforo, de preferência a chover,
Verdades, ilusórias de
Inconcebíveis mentiras!
Cansados, estão
Estes meus versos!
Náuseas de tão nefastos olhos,
Terror desta noite sem
Estrelas!
Usados de forma a terem uma constante
Negação, num mundo
Oasiano!
Falsas vivências de
Infinitas noites num atroz
Luar!
Insipiência,
Pelos caminhos pervertidos desta
Estrada néscia!
Cada dia, que passa, está, mais próximo de acontecer, situações
Outrora,
Reais, impossivelmente reais!
Revestidas de ódio, densamente
Esmiuçado, cheio de
Inocuidades deslumbrantes!
Andar sempre a frente, com um fósforo, de preferência a chover,
Verdades, ilusórias de
Inconcebíveis mentiras!
Cansados, estão
Estes meus versos!
Náuseas de tão nefastos olhos,
Terror desta noite sem
Estrelas!
quarta-feira, 30 de março de 2011
Através da janela do meu quarto!
Através da janela do meu quarto, vejo o mundo que não vejo. Ao observar o seu exterior, tenho inúmeras sensações sensitivas, que me levam a questionar a própria imagem captada por estes meus nefastos olhos. Metafísica, que me faz pensar numa lídima visão inexistente, num paradoxo atroz de beleza, concentrada num único e comum ponto, onde o olho humano jamais alcançará em toda esta metafísica. As pessoas passam, pela rua, umas de certo modo apressadas, outras um pouco mais calmas, de vez em quando cumprimentando, dizendo, adeus, Nuno. Cada uma, diferente da outra, todas passam, comigo a observar, cada fala, gesto, vida de seus quotidianos. Pensando que um dia tudo desaparecera, primeiro eu, de seguida as pessoas que outrora observava, depois a janela e a rua onde tudo se passava e por fim toda esta deslumbrante e incompreensível metafísica. Realidades bonitas de se dizerem nestas linhas que escrevo, como se fossem as últimas palavras que escrevo na minha modesta vida. quarta-feira, 9 de março de 2011
Amizade! (Um acróstico, dedicado ao meu amigo, Bruno Neves)
Benditos sejam os sonhos, que se esperai um diaRealizar!
Uns, talvez, próximos de se concretizarem, outros
Nem imaginados no sono mais profundo e
Ousado.
Mascaras inundadas numa
Imprevisibilidade comovente, usadas por seres, que idolatram nomes,
Genialidades, mas não é o nome que faz os génios, mas sim, um dia, a sua existência!
Uma aguarela pintada de palavras,
Exclamando, entre nós os dois, na brincadeira,
Lídimas tertúlias Trotskistas!
Auxiliadas por frases feitas e
Belas filosofias, de pura improvisação!
Repletas de altruísmo
Existente em cada
Uma delas!
Não passamos de seres humanos na posse do seu incontrolável
Egocentrismo, quanto baste, neste sopro de
Vida, amaldiçoado!
Estando na mais perfeita convicção, que estes inquebráveis “Laços de
Sangue” por afinidade, durem eternamente, esperançoso na continuação desta iluminada amizade!
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Olhar doce e cor de mel!
Olhar doce e cor de melQue me apaixona,
Nestes dias e noites cheias de fel
Por ao teu lado não estar!
Percorro com estes meus singelos olhos,
Cada ínfimo recanto desta minha sombria alma,
Na ânsia de ver o seu reflexo, nos teus magníficos olhos!
Sem ti, não sei o que faço!
Ou simplesmente quem sou!
Preciso da tua presença,
Ausência que me faz sentir vazio,
E tudo pareça tão secundário,
Quero ouvir as tuas maravilhosas palavras,
Sentir o beijo da tua boca,
O suave toque da tua pele,
Sentir que és absolutamente tudo em mim!
Amo-te!
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Como é bom ser se criança!
Como é bom ser se criança, poder sonhar, sem nunca pensar que nada daquilo se irá realizar, faça-se o que se fizer! Não saber o que é o amor ou simplesmente a sociedade hipócrita em que todos vivemos.Diferenças? Classes sociais? Raças? O que são estas meras, perguntas?
Não são nada! Tal como nós, humanidade! Para que um dia quando menos se esperar, desintegrarmo-nos em líquidos coloridos, dentro de uma caixa selada a cheirar a resina!
Como é bom ser se criança, brincar sem pensar no dia de ontem, hoje e amanha…
Seria tão bom ter aqueles magníficos sonhos de menino, onde tudo parecia pura magia, ou porque não de uma outra dimensão? Que nem num belo filme de ficção-cientifica!
Como é bom ser se criança por nada saber e sobretudo ter sonhos…
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Recordações! (Um acróstico, dedicado ao meu grande amigo, Ricardo Sá)
Recordações de menino, presentes em cada verso que escrevo,Infinitas, elas são,
Companheiro de inúmeros momentos jamais esquecidos!
Amante da poesia, eu sou, escrevo versos de apego,
Rejuvenescido pelo futuro,
Delirantes sonhos mil, não sendo necessário
Ouvir para saber, que nunca estarás
Sozinho nesta eterna
Amizade!
Amizade!
Amizade, uma relação mutuamente construída através de momentos vividos, companheirismo ou simplesmente ansiedades partilhadas. Com quem nos dá uma palavra de conforto ou esperança, ficando-se com a sensação de que não estamos sozinhos neste mundo, deveras autista. Dando-nos a sua mão e consequentemente, ajudando na mais insignificante caminhada por veredas corrompidas. No fundo, o espírito natalício para com alguém, todo o ano.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Porquê? (Mais um dos meus primeiros poemas)
Porquê? Não dizerQue quero morrer,
Pois o verbo amar é sinónimo de sofrer
E quando todo o meu ser
Não pode ter
A sua razão de viver!
Que posso eu fazer?
Para que esta dor possa desaparecer!
E finalmente poder
Inevitavelmente dizer
Que o meu coração não está a tremer!
No fundo tentar ter,
De alguma forma um dia de prazer,
Neste meu reviver,
Mas se tal não é possível, então eu quero, mesmo é morrer.
domingo, 14 de novembro de 2010
Amor!
Amor, um sentimento de construção mútua, onde as emoções se elevam acima da razão. Em que se estando perante a pessoa amada, o tempo pára, nada mais existe, a não ser ela mesma, que nos cura, por breves momentos as dolorosas feridas abertas por esse mesmo tempo agora suspenso, no nosso subconsciente. Um verso de poema, que nunca conseguiremos interpretar de tão tamanha beleza.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Um dos meus primeiros poemas! (hoje quando o leio penso, tanta simplicidade)

Esse teu cabelo castanho
Liso, macio, brilhante,
Esses teus olhos castanhos
Que parecem duas estrelas,
Que me iluminam
O caminho do amor eterno,
Esse teu sorriso resplandecente!
Que enche o meu coração
De amor, felicidade e que faz de ti a minha estrela cadente!
Esse teu corpo
Com essa tua pele, linda, suave
E esse teu coração que mais parece uma pedra filosofal!
Tudo isto
Põe-me a pensar,
Que se a perfeição existe
Só podes ser tu…
Liso, macio, brilhante,
Esses teus olhos castanhos
Que parecem duas estrelas,
Que me iluminam
O caminho do amor eterno,
Esse teu sorriso resplandecente!
Que enche o meu coração
De amor, felicidade e que faz de ti a minha estrela cadente!
Esse teu corpo
Com essa tua pele, linda, suave
E esse teu coração que mais parece uma pedra filosofal!
Tudo isto
Põe-me a pensar,
Que se a perfeição existe
Só podes ser tu…
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Quinta-feira 14 de Outubro de 2010!
Ontem, ou seja, quinta-feira 14 de Outubro de 2010, assisti a mais um programa do Kota na Rádio Voz de Alenquer, um programa sobretudo de música, notícias, ou simples curiosidades do mundo em geral e que contem uma grande interacção com os seus ouvintes, nomeadamente através do Facebook do Bruno Neves, um dos seus animadores e moderadores. Desta vez com uma temática surpreendente, pois, muito diferente do que se poderia esperar de um programa de rádio sobre música, ou porque não dizer, uma temática deveras alternativa, em que as músicas dessa histórica noite seriam as dos genéricos de alguns dos desenhos animados que de uma forma ou de outra marcaram varias gerações ao longo das décadas de 70, 80 ou 90, duas horas de alguma nostalgia e talvez até uma ou outra lágrima no cantinho do olho. Ouvindo os genéricos de desenhos animados como o Marco, a Heidi, os Flinstones, a Carrinha Magica, o Dartacão (todos sabem a letra desse grande genérico), o Pokemon ou simplesmente o clássico dos clássicos o Dragon Ball, com as suas três grandes series, Puro Cristal, Z e GT. Recordando assim, aquelas magnificas tardes de miúdo passadas em frente à televisão a ver cada gesto, a ouvir cada palavra daquelas personagens cheias de magia e cor, que nem por segundo se duvidava da sua existência… Momentos, sentimentos, lembranças, recordadas em simples melodias por todos aqueles que naquelas duas horas tiveram a ousadia de sintonizar a Rádio Voz de Alenquer!
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